pra esquentar

agosto 27, 2007 by

leg up

Não tenho muita informação sobre esse vídeo, a não ser que foi exibido pela primeira vez no HUMP, festival de filmes pornô amadores. Faz parte do festival a destruição de todes os vídeos na noite de encerramento, mantendo o anonimato dos envolvidos. Mas essa preciosidade foi reproduzida na internet para o nosso puro deleite.

Gravado em película 16 mm, Getting a leg up in porn é uma paródia de documentário sobre uma aspirante a atriz pornô. Simplesmente hilário, brinca com os clichês da linguagem do vídeo pornô industrial sem ser politicamente correto. Trem de doido.

Está linkado na imagem e em Getting a leg up in porn. Demooooora pra carregar mas vale muito a pena.

Quase esqueço: conteúdo impróprio para menores

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Vive la France

agosto 27, 2007 by

Então vamos lá, o filme deste fim de semana foi o frances, Ne Le Dis à Personne, que aqui no Brasil é, Não Conte a ninguem. Direção de Guillaume Canet, que confesso, nunca ouvi falar.
 

François Cluzet (o cara lembra muito o Dustin Hoffman) é Dr. Alexander Beck, sua esposa é assasinada por um serial killer, mas oito anos depois ele começa a receber enigmaticas pistas de que ela pode estar viva. A policia reabre o caso, e ele passa a ser o principal suspeito.

O filme começa deixando a impressão de ser só mais um thriller policial no velho estilo estadosunidense, mas a história tras uma boa trama e a criatividade do diretor acaba salvado até as cenas mais fracas, as cameras são bem variadas e quase sempre dão um toque de visão em primeira pessoa. A trilha sonora tambem chama bastante a atenção.

O filme é de 2006, e da pra ver o trailer dele aqui
 

começando com O corte

agosto 26, 2007 by

le couperet

Vamos começar direito, falando de coisas que valem a pena. E a última coisa que eu vi que digo que vale realmente a pena é Le Couperet, de Costa-Gravas. Não, eu nunca tinha visto porra nenhuma do tio Costa, e só cheguei até ele por vias muito tortas, as quais eu não me lembro agora. Logo, vou falar sobre o filme sem sem encher lingüiça.

É o seguinte: o camarada perde o emprego, e a coisa fica feia. Ele não se contenta em procurar um trabalho qualquer, o filho rouba softwares pra se divertir, e a mulher começa a dar pra outro. Homem que é homem nessas horas só pode tomar uma resolução: descobrir os principais concorrentes a vaga de trabalho que tanto sonha, e matar um a um. É o que o nosso protagonista faz.

Não tem como definir a atmosfera que o tio Costa cria. Comédia, drama, situações ao mesmo tempo absurdas e verossímeis, temas políticos e universais encarnados em situações cotidianas e muito muito muito humanas. Filme simples, câmera de uma leveza absurda, sem – ou quase sem, não lembro – efeitos visuais, e um trabalho de atores que não se vê por aí. Genial a atuação do nosso “herói” vivido por José Garcia, sem falar no seu par, Karin Viard, por quem devo admitir que de certa forma acabei me apaixonando.

O filme é de 2005, se chama O Corte aqui no Brasil. Corre atrás, e se não gostar vem aqui encarar que eu te encho de porrada.